Portuguesa x Corinthians terá torcida dividida no Canindé; entenda o motivo

No domingo (22), o Corinthians enfrenta a Portuguesa pelas quartas de final do Paulistão. O tradicional embate será disputado no estádio do Canindé, já que a Lusa terminou a primeira fase na 4ª posição, enquanto o Timão na 5ª. Para esse duelo das 20h30 (horário de Brasília), as diretorias dos clubes combinaram uma divisão igualitária de ingressos.
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Segundo informação divulgado pelo 'uol', 7.500 entradas serão destinadas para ambas as torcidas. A autorização para carga meio a meio só foi possível porque partidas contra a Portuguesa não são classificadas pelas autoridades no mesmo patamar de risco dos clássicos. Ou seja, embates contra São Paulo, Santos, Palmeiras e os dois de Campinas (Ponte Preta e Guarani).
Além disso, dado o bom relacionamento entre Corinthians e Portuguesa, estão previstas ações conjuntas de promoção da partida. Em meio a jogos tradicionais no futebol paulista, que acontecem com torcida única, visto por muitos como um retrocesso, essa movimentação é um avanço. Ainda mais que a Lusa já foi considerada a "quinta grande" do Estado.
A Lusa SAF aguarda apenas a confirmação oficial da Polícia Militar para anunciar a divisão de ingressos.
Divisão de ingressos entre Corinthians e Portuguesa
Segundo o 'uol', o bom relacionamento entre as diretorias de Corinthians e Portuguesa tem sido destacado nos bastidores. O Timão, inclusive, defendeu que o confronto fosse mantido no Canindé. Isso porque, foi cogitado vender mando para um estádio com mais "apelo".
Até o momento, o Corinthians já adquiriu 7 mil ingressos para repassar aos seus torcedores. A expectativa inicial era contar com 10 mil bilhetes, como ocorreu com o Palmeiras na primeira rodada do Paulistão. No entanto, a Portuguesa defendeu que o contexto agora é diferente por se tratar de um confronto eliminatório.
Dentro da própria Lusa SAF houve debate sobre a divisão. Parte dos investidores defendia uma carga desigual, sendo somente 5 mil ingressos para a Portuguesa e 10 mil para o Corinthians, defendendo o argumento visando lucro. No entanto, o presidente Alex Bourgeois foi convencido de que o modelo ideal seria o 50% para cada lado.













